Cada diligência realizada, cada documento produzido, cada decisão tomada e cada prova incorporada aos autos formam uma versão dos fatos. É essa versão que orientará o delegado de polícia, o Ministério Público e, depois, o Poder Judiciário.
Quando a narrativa se consolida sem ser verificada, a defesa passa a atuar em um cenário desconectado dos elementos probatórios informados pelo cliente. Por isso, o trabalho começa antes da denúncia, já na investigação, e vai além das provas: examina a forma como elas foram produzidas e incorporadas.


